28 de abril de 2009

Linguagem usada no e-mail reflete idade e status social, diz estudo

Por PC Advisor/Reino Unido
Publicada em 23 de abril de 2009 às 13h15

Londres - Mais da metade dos britânicos julga inteligência, idade e status por gramática e emoticons usados em e-mails, diz pesquisa da GMX.

Mais da metade dos internautas britânicos (54%) julga os remetentes de mensagens de e-mail com base na linguagem usada, afirma um estudo do serviço gratuito de webmail 'Email Britain', da empresa GMX.

A pesquisa mostra que 40% dos britânicos entrevistados julgam a inteligência de quem envia e-mails, enquanto 20% afirmam que são capazes de determinar a idade do remetente pelo conteúdo da mensagem. E 16% dos entrevistados ainda se dizem capazes de estimar o status social do remetente pela linguagem usada no e-mail.

Internautas mais jovens avaliam a inteligência, a idade e o status de quem lhes envia e-mails com mais frequencia do que os usuários mais velhos, mostra o estudo.

A pesquisa também revela que um em cada três britânicos entrevistados adapta a linguagem e o estilo das mensagens para criar uma identidade própria.

A GMX também observou que o e-mail é frequentemente usado para evitar comunicações mais estressantes pessoalmente ou por telefone. Entre os entrevistados, 27% disseram que preferem usar o e-mail a falar com empresas que os deixam nervosos, enquanto 36% disseram que usam o e-mail para chamar alguém para um encontro.

O estudo ainda revela que 26% das mulheres escondem seus verdadeiros sentimentos usando emoticons nas mensagens eletrônicas, enquanto o mesmo comportamento é verificado por 13% dos homens.

Carrie-Ann Skinner, editora da PC Advisor, do Reino Unido.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/

23 de abril de 2009

Nehte participa do Sapiens 2009




Entre os dias 17 e 19 de abril, o Recife sediou a oitava edição do Congresso Internacional de Educação – Sapiens 2009. O coordenador do NEHTE, professor Antonio Carlos Xavier participou do evento com as palestras
Mudanças ortográficas e suas implicações para o ensino e Como utilizar as novas tecnologias digitais para potencializar as aulas presenciais.

Do evento também participou o teólogo, doutor em filosofia Leonardo Boff com a conferência "Educar para a sustentabilidade", às 19h, na sexta-feira (17). Doutor Honoris Causa em Politica pela Univerisdade de Turin e em Teologia pela Universidade de Lund na Suécia, Leonardo Boff foi o ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2001 em Estocolmo, além de ser um dos formuladores da Teologia da Libertação.

Mais informações sobre o evento http://www.sapiens-pe.com.br/sapiens2009

22 de abril de 2009

David Thornburg: Escolas devem ensinar a programar


Ele acha absurdo que professores não usem a Wikipedia e acredita que as crianças deviam aprender a programar. É o que pensa o americano David Thornburg, um dos maiores especialistas mundiais em tecnologia na educação. Thornburg ministrou uma palestra na Livraria Cultura na última sexta e conversou com o repórter Jacques Waller sobre o impacto da web 2.0 na educação e os desafios da informatização do ensino no Brasil.

JC – A web 2.0 já chegou às salas de aula?
THORNBURG – Está começando agora. Há uma grande resistência por parte dos professores, já que eles perdem muito do controle quando usam ferramentas tecnológicas e redes sociais. Acho incrível, por exemplo, que os professores ainda não permitam que seus alunos utilizem a Wikipedia para pesquisar. Além disso, os alunos deviam ser incentivados a ter seus próprios blogs e wikis. Mas acontece que os professores acham que fazer com que os estudantes troquem esse conhecimento pela rede de forma independente é dar poder demais a eles.

JC – O Brasil tem dificuldade de unir tecnologia e educação, devido à falta de recursos e analfabetismo digital. Ao mesmo tempo, o brasileiro adere a ferramentas web e tecnologias muito rapidamente. O que é preciso para conciliar os dois fatores?
THORNBURG – Algumas coisas. Acredito que o governo brasileiro tem prestado muita atenção nesse setor e acredito que haja uma grande oportunidade de avanço. No entanto, o desafio não é tecnológico, mas como fazer para que os professores transformem ferramentas tecnológicas em novas práticas pedagógicas. O governo tem que garantir que o dinheiro não seja destinado apenas a equipamentos, mas para criar novas formas de aprendizado. Afinal, não é passando do quadro negro para o Powerpoint que haverá mudança no ensino. Também é fundamental trabalhar com professores que queiram gerar essa mudança. E isso é um problema mundial.

JC – A maior parte do acesso à web no Brasil é feito através de lan houses. Elas podem ser usadas na educação?
THORNBURG – Se os professores forem corajosos, sim. Podem ser usadas numa tarefa de casa online, por exemplo. O problema é o barulho, que atrapalha a concentração. Mas centros de acesso público mais quietos e limpos, sejam do governo, sejam privados e baratos, podem servir. Eu gosto muito dessa ideia.

JC – O que acha de videogames na educação?
THORNBURG – Há jogos de videogames que têm um ótimo conteúdo educativo. O problema é que às vezes eles não se conectam diretamente ao conteúdo. É como uma conexão falsa. Mas há jogos que são incríveis. Adoro Tetris, por exemplo, que é um jogo de geometria pura, com muita matemática envolvida. Entre os mais sofisticados, gosto muito de Civilization. Nele, o jovem não só aprende sobre Roma, como constrói Roma! É possível aprender sobre história, conceitos de administração de recursos naturais. Quer dizer, se eu deixo de criar uma plantação e minha civilização se desfaz, é porque alguma coisa errada aconteceu. Em geral, acho que as ciências sociais estão muito bem nos jogos. Não posso dizer o mesmo das ciências exatas.

JC – Você acha que as crianças deviam ter programação como uma matéria curricular?
THORNBURG – Acho sim! Toda criança devia aprender a programar. É possível usar linguagens de programação muito simples, que são basicamente como montar alguns blocos. Nós ensinamos as crianças a ler, por exemplo, e depois esperamos que elas leiam por elas mesmas. Algumas se tornam grandes leitoras, outras lêem apenas o jornal. O mesmo deveria ser com linguagem de programação. Deveríamos dar noções e depois ver se elas se interessam ou não. Mas isso só pode acontecer se elas tiverem acesso a essas ferramentas e à internet.

Publicado em 22.04.2009
Jornal do Commercio - Recife

Biblioteca Digital Mundial inaugurada


A ferramenta, desenvolvida em uma parceria da Unesco com bibliotecas nacionais de vários países, oferecerá gratuitamente para internautas de todo o mundo documentos em 40 línguas diferentes.

PARIS – A Biblioteca Digital Mundial (BDM) – um portal gratuito no endereço www.wdl.org, que oferece uma seleção de documentos procedentes das grandes bibliotecas internacionais – foi inaugurada oficialmente ontem na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em Paris. O ato contou com a presença do diretor-geral da entidade, Koichiro Matsuura, e de James H. Billington, diretor da Biblioteca do Congresso americano, uma das principais responsáveis pelo projeto.

A BDM oferece opções de pesquisa e navegação na internet em sete idiomas – inglês, árabe, chinês, espanhol, francês, português e russo – e apresenta conteúdos em mais de 40 línguas.
O projeto foi idealizado em 2005 pela Biblioteca do Congreso dos Estados Unidos, que propôs a organização de uma BDM para oferecer gratuitamente ao público uma ampla gama de livros, mapas, filmes e gravações oriundas de bibliotecas nacionais de todo o mundo.

A biblioteca foi desenvolvida por uma equipe da própria Biblioteca do Congresso Americano, com suporte técnico da Biblioteca de Alexandria, no Egito.

Contou também com a participação da Unesco e de outras 32 instituições associadas, sediadas em países como Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Eslováquia, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México, Marrocos, Uganda, Catar e África do Sul, entre outros.

Entre os inúmeros tesouros culturais da nova biblioteca digital estão reproduções das mais antigas grafias e fotografias raras da América Latina.
A Unesco sempre considerou as bibliotecas a continuação da escola. “A escola prepara as pessoas para ir às bibliotecas e hoje as bibliotecas se tornaram digitais”, resumiu Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.

“Os países emergentes querem ver como isso funciona para criar em seguida bibliotecas digitais nacionais”, destacou Abid, acrescentando que a Unesco proporá ajuda a seus países membros que não tiverem meios técnicos ou financeiros para digitalizar os acervos de suas bibliotecas.
O criação da BDM será acompanhada por uma campanha de mobilização que tentará reunir até o fim de 2009 cerca de 60 países associados.

Publicado em 22.04.2009
Jornal do Commercio - Recife

16 de abril de 2009

Nehte cria seu primeiro blog oficial

O Núcleo de Hipertexto e Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Pernambuco (NEHTE/UFPE) acaba de criar mais um canal de informação e interação: o Blog Oficial do NEHTE.

Um blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta pela publicação de diferentes gêneros textuais armazenados e apresentados de forma cronológica.

Através do blog, o NEHTE pretende manter seus pesquisadores e parceiros sempre atualizados sobre suas atividades, além de oferecer serviços como a newsletter que envia as postagens do blog direto para o email do usuário cadastrado.

Acesse sempre nosso blog e se mantenha informado sobre eventos, pesquisas, notícias e curiosidades dos estudos de hipertexto e tecnologias na educação.

http://nehte.blogspot.com/